domingo, 14 de novembro de 2010

Resumo 24/10/10 (9ª Partida)

Ao fazer o loot no corpo do mago do robe preto, encontramos uma esfera mecânica que parecia desmontar-se. O artefato não era do conhecimento dos Conselheiros, mas observando mais precisamente, encontramos uma inscrição: "B.B." e deduzimos que se tratava de um item feito por Boro Boro, o gnomo inventor que habitava os esgotos de Athkatla.

Em Weldath, não demorou para que os elfos rebeldes fossem contidos. Argumentamos com os conselheiros Cedrion e Aldiel, que puderam novamente se reunir e logo nos entregaram o documento que precisávamos.

Dormimos esperando o contato de Asbadar em nossos sonhos, mas ele não nos contactou. De todo modo, ao acordar, fizemos uma visita a uma das filiais do gnomo Xingu na capital élfica e compramos poções e suprimentos para a viagem de volta a Athkatla. Nos despedimos dos Conselheiros e de Arathor (a quem Clare safadamente cortejou) e seguimos nosso caminho de volta.

Ao parar na taverna onde deixamos cavalo e carroça, encontramos grande animosidade entre os humanos presentes. Depois de muito autocontrole e infinitos insultos e cuspidas, tivemos que acampar no caminho de volta. Nessa noite Asbadar nos encontrou em sonho e nos disse que os humanos estavam tendo suas fazendas destruídas e cada vez mais atribuiam isso à ação de outras raças. Disse também que não era seguro entramos na cidade nesses tempos, então enviaria seu mensageiro para pegar o documento e nos entregar magias de disfarce.

Assim aconteceu e, ao nos aproximarmos de Athkatla, nos disfarçamos de humanos e entramos pelos portões argumentando fazer comércio. Visitamos o templo de Tao e uma fiel confirmou nossas suspeitas. Antes que o disfarce acabasse, chegamos às docas, onde ouvimos o famoso sinal de "psst" - que só poderia vir do halfling Calibo Corta-Bolsas.

Ele nos contou que havia seguido o clérigo que cochichara para o general Asmodeus no dia de nosso julgamento. Segundo ele, uma missão muito difícil, pois chegara perto de morrer várias vezes. Ele nos informou que o clérigo quase nunca deixa a cidade, mas houve um dia em que ele se dirigiu à vila de Winterhaven; mas, para a surpresa de Calibo (e também a nossa), onde costumava existir a vila havia apenas uma cratera em cujo centro remanescia intacta a torre do mago Voltrum.

Aproveitamos para perguntá-lo sobre o gnomo Boro Boro e ele nos indicou (pelo preço certo) como chegar no esgoto sem precisar enfrentar muitos dos seus guarda-costas.

 Os esgotos de Athkatla: residência de Boro Boro.

Enfrentamos cinco dos homens-lagarto e finalmente encontramos o gnomo Boro Boro, que na realidade era bem menos corajoso do que gostaria de parecer. Ele nos explicou que havia feito a esfera por encomenda de um mago de robe preto, e que ela funcionava para abrir portas que ele também havia construído. Deduzimos rapidamente que esse artefato serveria para abrir as portas que não conseguimos, na mina que visitamos há algum tempo. Decidimos retornar até lá e deixamos Boro Boro partir.

Resumo 02/10/10 (8ª partida)

No caminho, Arathor nos contou melhor sobre os elfos rebeldes e também nos disse que o Conselho não aprova as atitudes de Calarel. Mas, antes que chegássemos à sua cabana, ele parou e disse que as árvores falaram (?) que aquele lugar já não era mais seguro. Fomos então para um novo lugar, onde um dos conselheiros, o arquidruida Cedrion se encontrava. Quando o encontramos, ele olhava em um espelho d'água e já sabia tudo sobre nós. Ficamos agradecidos por não ter que explicar-lhe nossa trajetória até então.

Ele nos disse que, infelizmente, Weldath havia sido tomada pelos elfos rebeldes e, deste modo, o Conselho não poderia ser reunido para nos dar o documento. Mas ele tinha um plano para a retomada da cidade. Nossa missão agora seria retornar ao lugar onde enfrentamos Viridiel e usar uma pedra mágica, que nos foi entregue pelo arquidruida, para nos teleportar diretamente nos aposentos dos Conselheiros. Deveríamos resgatá-los e reativar as defesas mágicas da cidade, dando assim vantagem ao exército élfico que entraria pelos portões principais.

No caminho, enfrentamos mais elfos rebeldes que guardavam a entrada, mas com sucesso ativamos a pedra do teleporte e fomos parar direto na sala do Conselho. Lá, tivemos a surpresa de reencontrar Viridiel, desta vez acompanhado de uma figura conhecida nossa: o mago do robe preto. Os membros do Conselho jaziam desmaiados ou mortos. O mago então transformou Viridiel em morto-vivo e iniciamos uma batalha épica.

Aposentos dos Conselheiros: cenário da nossa luta contra o mago do robe preto e Viridiel

Invocamos todas as nossas forças, poderes diários e demais artifícios, mas infelizmente perdemos Faraela pouco antes de finalmente derrotar o mago - que tinha literalmente explodido seu escravo nos causando grande dano.

Terminada a luta, verificamos que apenas um Conselheiro restava vivo: o arquimago Aldiel. Ele nos ajudou a reativar as defesas da cidade, e vimos constructos de magia arcana dizimar os mortos-vivos que ajudavam os rebeldes. Logo a batalha mudou de rumo e o exército liderado por Cedrion e Arathor começava a ter sucesso.

Resumo 25/09/10 (7ª partida)

Fomos acordados por gritos e agitação: a fortaleza estava sendo novamente atacada por orcs. Dessa vez, fomos designados a conter os orcs que tentavam poluir a água do rio que abastecia o forte, jogando lá animais mortos. Tivemos então mais uma batalha e desta vez os orcs pareciam ser liderados por um outro mais inteligente.

Quando ele era o único a restar vivo na batalha, ele se rendeu e disse que tinha informações que poderiam ser úteis. Levamos ele como prisioneiro de volta a fortaleza, e Arathor nos autorizou a interrogá-lo. Ele disse que havia um acampamento orc e que nos levaria até lá, em troca de sua liberdade. Aceitamos desconfiados, mas a pedido de Arathor, fomos investigar o tal acampamento.

O orc nos levou até uma montanha e, de lá de cima, nos mostrou uma clareira próxima a um vulcão, onde, de fato, estavam acampados vários orcs. Conforme combinado, libertamos nosso prisioneiro e retornamos aos elfos com a informação. Arathor disse que nos acompanharia à cidade de Weldath, já que conhecia os perigos da floresta, e nos levou até uma grande pedra com inscrições mágicas que nos teleportaria para dentro da cidade.

Vimos que um outro elfo chamado Viridiel guardava o lugar. Arathor foi cumprimentá-lo, cortês, e eles se abraçaram. Antes que Dayriel pudesse expressar um sorriso, Viridiel esfaqueou Arathor, deixando-o inconsciente aos seus pés. Indignados, nos voltamos contra ele, que agora sabíamos ser parte dos elfos rebeldes que acreditavam na superioridade élfica pregada por Calarel.

Tivemos uma batalha bastante dura e difícil, mas conseguimos derrotá-lo. Não contávamos, todavia, com sua fuga inesperada enquanto Clare tentava estabilizar Arathor. Quando este tornou à vida, nos disse que havia uma cabana que ele mantinha ali por perto e que nos levaria lá, mas demoramos tanto decidindo nossos próximos passos que tivemos que enfrentar outros elfos rebeldes, reforços enviados por Viridiel.

Depois de mais uma cansativa batalha, finalmente acompanhamos Arathor no caminho de sua cabana.

Resumo 19/09/10 (6ª partida)

Ao sair do Salão dos Ancestrais, um tanto escatembados, fomos recebidos com surpresa pelos guardas do lado de fora. Tiramos um tempo para nos recuperar e aguardar a reunião do Conselho dos Anciões para dar nosso depoimento sobre o que havia acontecido e tentar conseguir nosso documento.

Quando em repouso, tivemos um sonho coletivo com Asbadar Muitos Olhos, que nos contactou para dizer que deveríamos seguir para a cidade élfica de Weldath, para avisar que Athkatla planejava os atacar em menos de uma semana. Ele nos ensinou um caminho mais seguro e também disse que um mensageiro nos aguardaria no caminho para receber o documento dos anões, e voltamos a dormir.

No Conselho, expusemos o que aconteceu e a passagem que descobrimos a partir do quintal da casa dos Barbas de Fogo. Os guardas confirmaram nossa versão e a família foi levada presa. O líder dos Bate-ferro acabou sendo eleito líder dos anões e ele mesmo nos entregou o documento que solicitamos. Com urgência, deixamos a cidade anã e seguimos viagem. Antes disso, Clare solicitou ao "simpático" anão ferreiro uma placa de agradecimento a Avandra que depois foi fixada em uma das árvores da floresta.

Seguimos viagem, atravessando deserto e montanhas até chegar a passagem indicada por Asbadar. No caminho, recebemos seu mensageiro e entregamos o documento dos anões. Fizemos uma breve parada em uma taverna e lá deixamos nossa carroça e cavalo.

A passagem indicada por entre as montanhas nos levou diretamente a um poço de uma fortaleza élfica. Com alguma dificuldade (uns mais, outros menos), subimos o poço e nos deparamos com um ataque de orcs aos elfos que acontecia naquele momento. Nos apresentamos rapidamente e fomos designados a defender os portões e religar as defesas arcanas da fortaleza. Depois de alguma luta, conseguimos matar os orcs que estavam naquela área e terminamos nossa missão.

Fortaleza élfica de Weldath
Fomos levados a uma espécie de acampamento improvisado para tratar os feridos e conhecemos Arathor, um elfo ranger de grande presença, que nos explicou que nos últimos tempos, eles vinham sofrendo uma guerra civil e, como se não bastasse, estavam também sendo atacados por orcs da região, estranhamente ordenados. Falamo-lhe também sobre nossa missão e ele nos explicou que esta região também é governada por um Conselho, e que apenas eles poderiam nos fornecer o documento. Como já era tarde, decidimos dormir lá e, ao amanhecer, nos dirigiríamos a cidade de Weldath.