sábado, 14 de agosto de 2010

Resumo 01/08/10 (3ª partida)

Estamos na Taverna do Bufão nos preparando para seguir viagem para as cidades anã e élfica próximas a Athkatla quando um homem (mago) se aproxima. Ele pede para que soltemos uma magia para que ele possa nos prender e levar para seu patrão, que deseja falar conosco. Desconfiamos, mas aceitamos, já que haviam dois soldados no local que deveriam estar nos seguindo.

Braef performou sua Radiância Atroz e fomos levados para uma torre muito bonita e adornada. Nos encontramos com Abadar Muitos Olhos, um mago bastante delicado que nos fez a seguinte proposta: ele nos daria a autorização para o uso de magia na cidade e nós investigaríamos se há, de fato, intenção de guerra por parte dos anões. Com provas de que não, o General perderia poder. Além disso, caso obtivéssemos provas (verdadeiras ou não) de que casa de Denehir também estivesse envolvida nessa trama, ganharíamos uma recompensa ainda maior.

Aceitamos a proposta e seguimos nossa viagem para a cidade do Anão Uivante. Fizemos um desvio para resgatar nosso cavalo e carroça. No meio do caminho, no entanto, tivemos um encontro com um grande escorpião do deserto, mas o derrotamos.

Chegando na cidade anã sob o pretexto de fazer negócios, fomos direto para a Forja do Punho Cerrado. O anão que nos recebeu não era de muitos amigos e nos tratou ainda pior quando não compramos nada. Resolvemos ir a taverna nos hospedar e tentar colher mais informações.

A cidade anã tem basicamente duas fortes casas, inimigas entre si: Bate-ferro e Barbas de Fogo. A liderança da cidade é conquistada através da glória em batalha: um anão se candidata a enfrentar os numerosos perigos do Salão dos Ancestrais; se sair vivo, é coroado o novo líder. 

O último a entrar no local foi o filho da casa Bate-ferro, mas nunca retornou, nem seu corpo fora encontrado. 

Os anões acreditam que, se o corpo não for enterrado ou incinerado, a alma daquele indivíduo perecerá.

Há, portanto, algo de estranho acontecendo no Salão dos Ancestrais e a cidade anã permanece sem líder - o que os enfraquesse ainda mais diante da perspectiva da guerra.

Visitamos as duas casas com a proposta de entrar no salão para investigar o que está acontecendo. Os Bate-ferro concordaram, mas os Barbas de Fogo não. Vamos então esperar a reunião do conselho no dia seguinte para apresentarmos nossa ideia às demais casas, que decidirão sobre nossa aventura.

Resumo 25/07/10 (2ª partida)

Estamos na cela da prisão de Athkatla pensando em um modo de nos livrar daquela situação. Um halfling na jaula vizinha entra em contato e nos oferece um plano para escapar. Para não fugir e perder todos os nossos equipamentos, itens e dinheiro, optamos por esperar o julgamento. Todavia, Torinn ajuda o halfling em sua própria fuga.

Somos levados pelo Comandante da Cavalaria para o julgamento diante do General Azmodeus, vestido em uma pomposa armadura dourada. Em nossa defesa, apresentamos as provas de que matamos Calarel, visando convencer que temos um inimigo em comum com os humanos.

Fomos absolvidos sob a condição de pagar uma multa e comprar o "porte de armas" da cidade. Isso nos custou mil e quinhentas peças de ouro. Ai!

Ao sair do salão do julgamento, Dayriel percebe que uma figura de robe, semelhante a que vimos na mina, se aproxima e cochicha algo com o General Azmodeus.

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A cidade de Athkatla tem três grandes distritos: o dos nobres; o dos mercantes; e as docas. A política do local é composta por conselheiros advindos das cinco casas mercantes. O poder de um general é principalmente reconhecido em tempos de gerra - o que nos leva a perceber que Azmodeus está lucrando com a ideia da iminente batalha com os anões. São tempos difíceis para as demais raças neste reino.

Finalmente livres, nos hospedamos na Taverna do Bufão, no distrito dos mercantes. O taverneiro Bufão nos indica um templo ali perto, onde poderíamos encontrar o tal homem de robe. Quando chegamos, ficamos sabendo que se trata de um templo dedicado ao deus Tao, supostamente o "deus dos humanos". Um sacerdote que pregava sobre a supremacia humana incitou alguns fiéis contra nós, mas a situação foi contida pela milícia.

Pelo que sabe Clare, Tao é conhecido como um deus indiferente, que não costuma interceder pelos seus devotos. Como o culto é novo, Dayriel acredita que os humanos podem ter se apropriado desse deus, clamando-o para si.

Em seguida, resolvemos descer para as docas a procura do..., o halfling que ajudamos a escapar da prisão. Como ele nos devia um favor, pedimos para que seguisse e investigasse os passos do homem misterioso de robe por nós.

Após pensarmos bastante, decidimos investigar o tal chamado anão na cidade "O Anão Uivante" (nome dado pelos humanos) e descobrir o que está acontecendo de fato. Dormimos na taverna e decidimos seguir viagem na manhã seguinte.

domingo, 18 de julho de 2010

Resumo 18/07/10 (1ª partida)

Primeiro dia da nova campanha, todo mundo meio lento e enferrujado. Meses se passaram desde que retornamos à Vila de Winteraven destruída. Ao longo deste tempo, ficamos sabendo que vários humanos de outras vilas do Norte estavam sendo levados como escravos. As investigações nos levaram mais ao Sul, território do reino de Amn.

Lá, encontramos a notícia de uma mina abandonada para onde, segundo boatos, os escravos estariam sendo levados. Fomos investigar o local: entramos em duas salas e encontramos uma figura encapuzada que nos ameaçava caso não deixássemos o lugar. Segundo ele, estava trabalhando coberto pelas leis do governo (que permite a posse de escravos). 

Segunda sala da dungeon

Enfrentamos vários zumbis, descobrimos mecanismos de abrir portas, mas infelizmente não conseguimos seguir mais adiante. Resolvemos, então, voltar. Ao sair da mina, fomos abordados por cavaleiros do reino de Amn. Segundo eles, há 3 semanas, indivíduos não humanos foram proibidos de portar armas no reino. Eles então nos levaram como prisioneiros até a capital do reino: Athkatla, a despeito das nossas reinvidicações. Fomos, por fim, deixados em uma cela e avisados que nosso julgamento aconteceria no dia seguinte.

XP: 350
Loot: 

Relembrando Keep on the Shadowfell