Estamos na cela da prisão de Athkatla pensando em um modo de nos livrar daquela situação. Um halfling na jaula vizinha entra em contato e nos oferece um plano para escapar. Para não fugir e perder todos os nossos equipamentos, itens e dinheiro, optamos por esperar o julgamento. Todavia, Torinn ajuda o halfling em sua própria fuga.
Somos levados pelo Comandante da Cavalaria para o julgamento diante do General Azmodeus, vestido em uma pomposa armadura dourada. Em nossa defesa, apresentamos as provas de que matamos Calarel, visando convencer que temos um inimigo em comum com os humanos.
Fomos absolvidos sob a condição de pagar uma multa e comprar o "porte de armas" da cidade. Isso nos custou mil e quinhentas peças de ouro. Ai!
Ao sair do salão do julgamento, Dayriel percebe que uma figura de robe, semelhante a que vimos na mina, se aproxima e cochicha algo com o General Azmodeus.
_____________________________________
A cidade de Athkatla tem três grandes distritos: o dos nobres; o dos mercantes; e as docas. A política do local é composta por conselheiros advindos das cinco casas mercantes. O poder de um general é principalmente reconhecido em tempos de gerra - o que nos leva a perceber que Azmodeus está lucrando com a ideia da iminente batalha com os anões. São tempos difíceis para as demais raças neste reino.
Finalmente livres, nos hospedamos na Taverna do Bufão, no distrito dos mercantes. O taverneiro Bufão nos indica um templo ali perto, onde poderíamos encontrar o tal homem de robe. Quando chegamos, ficamos sabendo que se trata de um templo dedicado ao deus Tao, supostamente o "deus dos humanos". Um sacerdote que pregava sobre a supremacia humana incitou alguns fiéis contra nós, mas a situação foi contida pela milícia.
Pelo que sabe Clare, Tao é conhecido como um deus indiferente, que não costuma interceder pelos seus devotos. Como o culto é novo, Dayriel acredita que os humanos podem ter se apropriado desse deus, clamando-o para si.
Em seguida, resolvemos descer para as docas a procura do..., o halfling que ajudamos a escapar da prisão. Como ele nos devia um favor, pedimos para que seguisse e investigasse os passos do homem misterioso de robe por nós.
Após pensarmos bastante, decidimos investigar o tal chamado anão na cidade "O Anão Uivante" (nome dado pelos humanos) e descobrir o que está acontecendo de fato. Dormimos na taverna e decidimos seguir viagem na manhã seguinte.
Nenhum comentário:
Postar um comentário